Dr. Danilo
Sugita
Cirurgia plástica
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Nos últimos dias, um tema ganhou destaque e levantou dúvidas importantes entre pacientes e profissionais: o recolhimento de esmaltes em gel pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A medida foi motivada pela identificação de uma substância proibida na formulação desses produtos, o que trouxe à tona uma discussão mais ampla sobre segurança no uso de cosméticos especialmente aqueles utilizados com frequência nas unhas.
Mas, afinal, quais são os riscos envolvidos? E como isso impacta o cuidado com a saúde das unhas?
A Anvisa determinou o recolhimento de esmaltes em gel da marca Impala após a presença do composto Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide (TPO).
Essa substância é utilizada como fotoiniciador em produtos que endurecem sob luz UV ou LED — como é o caso dos esmaltes em gel.
No entanto, o TPO é proibido no Brasil em cosméticos e produtos de higiene pessoal devido ao seu potencial de risco à saúde.
Entre os principais efeitos associados estão:
O recolhimento foi comunicado pela própria empresa fabricante, em caráter voluntário, após a identificação do componente.
O esmalte em gel, por si só, não é necessariamente um problema. Ele se popularizou por oferecer maior durabilidade e brilho prolongado.
O ponto de atenção está em dois fatores principais:
Nem todos os produtos seguem rigorosamente as normas de segurança. Substâncias proibidas ou mal reguladas podem estar presentes em formulações inadequadas.
O uso contínuo, sem intervalos adequados, pode comprometer a saúde das unhas, especialmente quando associado a remoções agressivas ou técnicas inadequadas.
Na prática clínica, algumas alterações são comuns em pacientes que utilizam esmaltes em gel com frequência:
Essas alterações nem sempre aparecem imediatamente, mas tendem a se manifestar com o uso repetido.
Alguns sinais merecem atenção após o uso de esmaltes em gel:
Nesses casos, é importante interromper o uso e procurar avaliação dermatológica.
Essa é uma dúvida comum.
O risco não está no esmalte em gel em si, mas na presença de substâncias potencialmente nocivas, como o TPO, que podem ter associação com efeitos adversos mais graves quando utilizados de forma inadequada ou sem regulamentação.
Além disso, o uso frequente de cabines de luz UV também levanta discussões sobre exposição cumulativa, embora os riscos ainda sejam considerados baixos quando o uso é ocasional.
Para quem opta por esse tipo de procedimento, algumas orientações são importantes:
A unha também faz parte da saúde da pele.
Alterações aparentemente simples podem indicar desde irritações leves até quadros mais complexos que precisam de diagnóstico adequado.
A avaliação dermatológica permite diferenciar alterações benignas de condições que exigem tratamento, além de orientar o uso seguro de produtos estéticos.
O alerta recente da Anvisa reforça uma mensagem importante: estética e saúde devem caminhar juntas.
Nem todo produto disponível no mercado é isento de risco, e o uso frequente de determinados procedimentos exige atenção redobrada.
Cuidar das unhas vai além da aparência.
Envolve segurança, informação e acompanhamento adequado.
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