Dr. Danilo
Sugita
Cirurgia plástica
Qual profissional você procura?

O que muitas pessoas chamam de “pele áspera”, “manchinha seca” ou “casquinha que não melhora” pode ser, na verdade, um sinal de dano solar acumulado ao longo dos anos.
A ceratose actínica não surge de um dia para o outro. Ela é resultado da exposição crônica à radiação ultravioleta, especialmente em áreas do corpo que recebem sol com frequência. E, embora muitas vezes seja discreta, merece atenção.
A ceratose actínica é uma lesão cutânea causada pelo dano cumulativo da radiação solar. Ela ocorre quando as células da camada mais superficial da pele sofrem alterações ao longo do tempo.
É considerada uma lesão pré-maligna, o que significa que possui potencial de evolução para câncer de pele - especialmente o carcinoma espinocelular - se não for tratada adequadamente.
Isso não significa que toda ceratose actínica evoluirá para câncer. Mas significa que ela não deve ser ignorada.
Muitas vezes, o paciente percebe apenas uma área:
Em alguns casos, a alteração é mais sentida do que vista. O paciente relata que “passa a mão e sente uma lixa”.
As regiões mais acometidas incluem:
Todas áreas com histórico de exposição solar frequente.
A ceratose actínica está diretamente relacionada ao acúmulo de radiação ultravioleta ao longo da vida. Por isso, costuma surgir com maior frequência após os 40 ou 50 anos quando o dano solar acumulado começa a se manifestar de forma mais evidente.
Não se trata apenas do sol atual. Trata-se do sol de anos atrás.
Exposição na infância, adolescência e juventude contribuem para o aparecimento dessas lesões décadas depois.
Na maioria das vezes, não.
Esse é justamente o motivo pelo qual muitas pessoas ignoram a lesão.
Ela não causa dor intensa, não gera desconforto significativo e não interfere na rotina pelo menos no início.
Mas o fato de não incomodar não significa que não mereça avaliação.
O diagnóstico é clínico, realizado durante a consulta dermatológica.
Em muitos casos, a dermatoscopia auxilia na avaliação das características da lesão.
Quando há dúvida diagnóstica, pode ser indicada biópsia para confirmação.
O tratamento depende da quantidade de lesões, da localização e do perfil do paciente.
Pode envolver:
O objetivo principal é reduzir o risco de progressão para câncer de pele e preservar a saúde da pele ao longo do tempo.
A ceratose actínica é um marcador de dano solar acumulado.
Por isso, a fotoproteção é parte fundamental do cuidado.
Medidas importantes incluem:
O cuidado não é apenas estético. É preventivo.
Muitas lesões malignas iniciais podem se parecer com ceratoses actínicas.
Além disso, a presença de uma ceratose indica que aquela pele já sofreu dano solar significativo.
Avaliar precocemente permite definir a conduta adequada e reduzir riscos futuros.
Se você percebe:
vale agendar uma avaliação.
Diagnóstico precoce é sempre mais simples do que tratar lesões avançadas.
A ceratose actínica não é apenas “pele ressecada”.
É um sinal de que o sol deixou marcas ao longo do tempo.
Cuidar da pele é também olhar para essas alterações com atenção e responsabilidade.
🩺 Dra. Juliana Sugita
Dermatologista – CRM-GO 11716 | RQE 8239
Continue a jornada de descobertas em nosso blog. Mais conteúdos e dicas esperam por você!



No Instituto Sugita, nós entendemos que a beleza e o bem-estar caminham de mãos dadas. Permita-nos ser a ponte para a sua melhor versão. Agende sua consulta e inicie essa transformação!

Inscreva-se na nossa newsletter e fique por dentro das últimas atualizações e notícias do Instituto Sugita. Enviamos emails de forma moderada.