Dr. Danilo
Sugita
Cirurgia plástica
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Você acredita que a acne é um problema exclusivamente da adolescência? Não é bem assim! Cada vez mais adultos, principalmente mulheres acima dos 30 anos, relatam o surgimento de espinhas, cravos e inflamações na pele.
Esse fenômeno é conhecido como acne adulta e pode causar impacto significativo na autoestima, além de gerar desconforto físico e emocional.
Porém, por que o problema aparece nessa fase da vida? E quais são as melhores formas de tratamento? Vamos entender tudo neste guia completo.
A acne adulta é caracterizada pelo surgimento de lesões na pele, como espinhas, pústulas e cravos, em pessoas que já passaram da adolescência. Embora possa afetar ambos os gêneros, estudos mostram que mulheres acima dos 30 anos são mais frequentemente acometidas.
Ao contrário da acne adolescente, que geralmente está ligada à produção excessiva de hormônios na puberdade, a acne adulta tem causas mais complexas e multifatoriais. Ela costuma surgir na região da mandíbula, queixo e pescoço, mas também pode afetar bochechas e testa.
A acne adulta não tem uma única causa, mas sim uma combinação de fatores que podem influenciar o surgimento das lesões. Entre os principais, destacam-se:
Os hormônios desempenham um papel central na acne. Em mulheres, flutuações hormonais podem ocorrer durante o ciclo menstrual, gravidez, pós-parto e na perimenopausa, aumentando a produção de sebo e desencadeando acne.
Nos homens, a acne adulta é menos comum, mas pode ocorrer devido a alterações nos níveis de testosterona ou uso de suplementos hormonais.
O estresse crônico influencia diretamente a saúde da pele. Durante períodos de tensão, o corpo libera cortisol, hormônio que pode estimular as glândulas sebáceas e aumentar a inflamação, resultando em espinhas persistentes.
Além disso, hábitos como falta de sono, alimentação desequilibrada e uso frequente de álcool também podem agravar a acne.
O uso de cremes, maquiagens e produtos para a pele que obstruem os poros pode contribuir para o surgimento de acne. Essa condição é conhecida como acne cosmética.
É importante escolher produtos não comedogênicos (que não entopem os poros) e adequados para o tipo de pele.
A predisposição genética também influencia. Pessoas com histórico familiar de acne têm maior probabilidade de desenvolver acne adulta, mesmo após a adolescência.
Alguns medicamentos, como corticoides, anticoncepcionais ou suplementos hormonais, podem causar ou piorar a acne. Além disso, doenças endócrinas, como síndrome dos ovários policísticos (SOP), estão associadas a casos de acne persistente em mulheres.
Assim como a acne adolescente, a adulta também pode gerar impacto emocional, pois surge em um momento da vida em que a aparência tem papel social e profissional significativo.
Muitas pessoas relatam sentimentos de frustração, vergonha, ansiedade e até depressão devido à presença de espinhas persistentes. Além disso, a acne adulta pode deixar cicatrizes permanentes se não tratada adequadamente, aumentando ainda mais o impacto psicológico.
Antes de iniciar qualquer tratamento, é fundamental procurar um médico dermatologista. Somente um especialista pode identificar o tipo de acne (inflamatória, comedônica, mista), as causas predominantes e possíveis condições associadas.
O diagnóstico correto é essencial para evitar tratamentos ineficazes ou até prejudiciais, além de reduzir o risco de cicatrizes.
O tratamento da acne adulta varia de acordo com a gravidade, tipo de pele e fatores causais. Veja quais são as abordagens mais utilizadas:
Os cremes e géis aplicados diretamente na pele são a primeira linha de tratamento. Entre os ativos mais comuns estão:
Esses produtos devem ser indicados pelo dermatologista, pois seu uso inadequado pode causar ressecamento, irritação ou sensibilidade ao sol.
Em casos moderados a graves, podem ser prescritos antibióticos orais, anticoncepcionais hormonais (para mulheres) ou isotretinoína.
O acompanhamento médico é essencial, pois alguns desses medicamentos exigem monitoramento de efeitos colaterais e exames laboratoriais.
Procedimentos realizados no consultório podem acelerar os resultados:
Esses procedimentos são complementares e devem ser combinados com tratamentos tópicos ou orais conforme a necessidade do paciente.
Alguns hábitos simples ajudam a prevenir novos surtos:
A acne adulta é mais comum do que se imagina, afetando a autoestima e a qualidade de vida de muitos adultos, principalmente mulheres. Felizmente, com diagnóstico correto, tratamentos eficazes e cuidados diários, é possível controlar a acne, reduzir cicatrizes e melhorar a saúde da pele.
Lembre-se: a acne não é uma falha pessoal, e buscar ajuda profissional é sempre o melhor caminho. A pele saudável vai além da aparência: ela reflete cuidado, bem-estar e confiança.
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